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	<title>FUNRURAL - Recupere</title>
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		<title>AINDA O FUNRURAL</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 19:58:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Funrural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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Sigo recebendo muitos questionamentos sobre o FUNRURAL. Entre as questões, temos: Há definição de sua inconstitucionalidade? Quem tem direito a não sofrer a retenção e pedir restituição? E, finalmente, como fazer isto?
 
Bem, vamos lá:
 
1) a matéria pacificada no Supremo Tribunal Federal é de que produtor rural, empregador, pessoa física, não pode sofrer a [...]]]></description>
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<p>Sigo recebendo muitos questionamentos sobre o FUNRURAL. Entre as questões, temos: Há definição de sua inconstitucionalidade? Quem tem direito a não sofrer a retenção e pedir restituição? E, finalmente, como fazer isto?</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Bem, vamos lá:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1) </strong><strong>a matéria pacificada no Supremo Tribunal Federal é de que produtor rural, empregador, pessoa física, não pode sofrer a retenção e deve ser devolvido tudo que foi cobrado a este título nos últimos cinco anos (foi descontado 2,1% da produção bruta comercializada).</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2) </strong><strong>quem trabalha como pessoa jurídica e tem a retenção pode reivindicar a devolução. Não é o mesmo caso da decisão do STF mas a inconstitucionalidade é mais clara ainda e vem sendo reconhecida pelos Tribunais como bi-tributação, cabendo também a suspensão da cobrança e a devolução do recolhimento indevido nos últimos cinco anos. Neste caso é 2,5% sobre a receita bruta.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>3) </strong><strong>Quem trabalha como pessoa física, não se enquadra como segurado especial e não tem empregado, também tem direito, pois a Receita Federal reconhece que não há previsão legal para a cobrança nestes casos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>4) </strong><strong>Segurado especial não tem direito.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5) </strong><strong>Quem tem direito a reivindicar é o produtor rural se o comprador descontou dele o FUNRURAL. Se o comprador não fez a retenção e mesmo assim recolheu o FUNRURAL, esse é que terá legitimidade para reivindicar.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>6) </strong><strong>Para ter o direito à suspensão da retenção e à restituição do valor indevidamente cobrado haverá a necessidade de ingressar em juízo com esses pedidos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>7) </strong><strong>Para ingressar em juízo terá que constituir um advogado e demonstrar a condição de empregador através documento idôneo, como RAIS ou GFIP, ou de não ser segurado especial, juntando notas de produtor provando a retenção.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>8 ) </strong><strong>No caso de pessoa jurídica, basta comprovar essa condição e juntar os comprovantes de recolhimento da contribuição.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Lembrete final: excluída a contribuição sobre valor bruto da comercialização, poderá haver a substituição pela contribuição de 20% sobre a folha de pagamento, mas esta terá de ser constituída pela RF, estando prescritos os anos anteriores aos cinco da constituição, mas a mesma é discutível e poderá ser compensada com o crédito a ser restituído. O fato é que excluir 2,1% ou 2,5% sobre a comercialização terá grande repercussão no resultado da atividade.</strong></p>
<p><strong>Ricardo Alfonsin</strong></p>
</div>
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		<title>FUNRURAL – PRINCIPAIS DÚVIDAS</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 22:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Funrural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, o Supremo Tribunal Federal declarou a  inconstitucionalidade da Contribuição Previdenciária sobre a  Comercialização Rural (FUNRURAL). Tal decisão foi adotada em processo  promovido pelo Frigorífico Mata Boi (RE 363852), com isto, o produtor  rural pessoa física empregador passou a poder buscar na Justiça Federal a  exoneração da referida contribuição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, o Supremo Tribunal Federal declarou a  inconstitucionalidade da Contribuição Previdenciária sobre a  Comercialização Rural (FUNRURAL). Tal decisão foi adotada em processo  promovido pelo Frigorífico Mata Boi (RE 363852), com isto, o produtor  rural pessoa física empregador passou a poder buscar na Justiça Federal a  exoneração da referida contribuição de 2,1% sobre sua receita bruta na  comercialização de produtos agropecuários, bem como a devolução de todas  as parcelas recolhidas não atingidas pela prescrição. Trata-se de  percentual que nem sempre o produtor obtém de rendimento líquido em sua  atividade. A partir de então, inúmeras dúvidas passaram a ser levantadas  pelos possíveis beneficiários da decisão. Como a matéria é polêmica e  envolve disputa que se arrasta pelo judiciário há quase 20 anos, período  no qual a legislação aplicável ao caso alterou-se várias vezes, fizemos  muitos debates entre especialistas nas diversas áreas do direito  (constitucional, tributário, previdenciário, civil e outras) para  adotarmos uma posição comum sobre a matéria. Da minha parte, algumas  posições iniciais se alteraram desde que o tema passou a ser debatido,  concluindo, pelas seguintes respostas, as principais dúvidas:</p>
<p><span id="more-3"></span></p>
<p><strong>1.- Quem tem direito pela decisão do STF?</strong></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal decidiu que o FUNRURAL <a href="http://www.score-louisville.org/component/option,com_jcalpro/Itemid,28/extmode,day/date,2010-05-26/">cialis professional tadalafil</a>  é  inconstitucional no que diz respeito a contribuição do produtor rural  pessoa física empregador.</p>
<p><strong>2.- Agricultor que não tem empregados, mas não se  enquadra como agricultor familiar, tem direito?</strong></p>
<p>Também tem direito, por outros fundamentos, pois não  se enquadra como agricultura familiar, e para ele não está prevista a  forma de contribuição.</p>
<p><strong>3.- Quem é legítimo para reivindicar, a indústria  ou o produtor?</strong></p>
<p>Em princípio é o produtor, pois ele é o contribuinte,  a indústria é mera responsável tributária, entretanto, o produtor  deverá provar que sofreu o ônus da contribuição, se foi a indústria que  sofreu o ônus, pois não descontou do preço do produto a contribuição,  esta será a legitimada para o pedido de restituição.</p>
<p><strong>4.- Com a declaração de inconstitucionalidade da  contribuição de 2,1%, retorna a contribuição sobre a folha de salários?</strong></p>
<p>A decisão diz que deverá ser implementada nova  modalidade por lei. O retorno da contribuição sobre a folha, se houver,  deverá ser constituída através de procedimento fiscal próprio, após ser  decidido o direito do produtor em seu processo individual. De qualquer  forma, o produtor deve avaliar, antecipadamente, sua situação pessoal,  se é mais vantajoso contribuir sobre a produção ou sobre a folha (de 20%  a 23% sobre o valor da folha de salários).</p>
<p><strong>5.- Os beneficiários com a decisão tem que entrar  na justiça para buscar o seu direito? Ele pode parar de pagar a  contribuição?</strong></p>
<p>Sim, o produtor tem que entrar na justiça  individualmente ou em grupo de produtores para buscar a restituição do  que indevidamente pagou, bem como para suspender a cobrança futura, com  depósito ou não em juízo das parcelas.</p>
<p><strong>6.- A ação pode ser coletiva com representação por  associação ou sindicado?</strong></p>
<p>Não, tem que ser individual ou em grupo, uma vez que  ações civis públicas ou ações coletivas não podem envolver questões  tributárias ou previdenciárias.</p>
<p><strong>7.- Qual o período que pode ser reivindicado o  tributo?</strong></p>
<p>Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça definiu  que aquele que entrar em juízo até 8 de junho deste ano terá direito a  10 anos de devolução, após esta data, entra em vigor a Lei Complementar  118/2005, que limita em 5 anos.</p>
<p><strong>8.- Quais os documentos necessários para entrar  com a ação?</strong></p>
<p>Anexar nota de produtor contra nota da indústria,  comprovando a retenção e o desconto. Deverá também juntar a GPS para  provar que tem empregados. Para ingressar com a ação é necessário  somente algumas notas, para provar que teve a retenção. Ao final da  ação, tem que fazer a <a href="http://getrxpills.com/">cheap prescription drugs without prescription</a>  comprovação de todos os descontos nos últimos 10  anos. Para a União, se cobrar sobre a folha de salários a prescrição  será de cinco anos.</p>
<p><strong>9.- As pessoas jurídicas produtoras rurais podem  requerer o benefício em outra ação?</strong></p>
<p>Podem, por outros fundamentos.</p>
<p><strong>10.- Já há decisões favoráveis autorizando a  suspensão do pagamento, após a decisão do STF?</strong></p>
<p>Sim, já obtivemos decisões favoráveis na Justiça  Federal mandando suspender o pagamento do FUNRURAL.</p>
<p><strong>Ricardo Alfonsin &#8211; alfonsin@alfonsin.com.br<br />
Advogado e Presidente do IEJUR &#8211; Instituto de Estudos Jurídicos da  Atividade Rural</strong></p>
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